Mostrando postagens com marcador Instituto Yeda Mourão Diniz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Instituto Yeda Mourão Diniz. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Fundação do Instituto Yeda Mourão Diniz



Quem foi Yeda Mourão Diniz?


Em 09 de junho de 1928, nascia em Pirapora, Yêda da Rocha Mourão, primeira dos cinco filhos do conceituado casal Herculano Cintra Mourão e Elza Medeiros Mourão.
Sua vida acadêmica começou em Pirapora no Colégio São João Batista e foi concluída no tradicional Colégio Sagrado Coração de Maria de Belo Horizonte.
Em 18 de julho de 1949, casou-se com Leonardo da Piedade Diniz, passando a se chamar Yêda Mourão Diniz. Estava então formado um dos casais mais admirados de Pirapora.
Desse casamento, nasceram 7 filhos: Simone, Sybelle, Rogério, Alexandre, Silene, Sidnéia e Leonardo.
O Casal viu sua família aumentar ainda mais com a chegada de 18 netos e 6 bisnetos.
Esta ilustre e digna professora desenvolveu um excelente trabalho na formação de diversas gerações.
No período de 1963 à 1980 exerceu o cargo de Diretora da E. E. Coronel Ramos com responsabilidade, dedicação, amor, humanidade, justiça e entusiasmo.
Aposentou-se, merecidamente em 1981.
Seu dinamismo e liderança fizeram com que tivesse um grande destaque na sociedade piraporense.
Participou ativamente de movimentos políticos, sociais e culturais da cidade.
Altruísta, visitava e cuidava de doentes e de pessoas menos favorecidas.
Durante toda sua vida, recebeu manifestações de carinho e reconhecimento de pais, alunos, professores e funcionários da escola, bem como de todos os segmentos da comunidade.
Uma das mais significativas, foi a prestada pela Loja Maçônica Fraternidade Piraporense como “Mãe do Ano” de 1996.
Durante muitos anos, participou do Movimento Seresteiro de Pirapora, exercitando assim sua paixão pela música, herdada do seu pai, que era um exímio pianista.
Após 77 anos de uma vida de trabalho, renúncia, caridade e amor ao próximo, faleceu no dia 06 de agosto de 2005.

Conheça um pouco da História




“Era uma vez um homem e sua família que sempre trabalhavam. Todos os domingos, eles iam para uma feirinha chamada Santos Dumont. Os itens que eles levavam eram: peixes, roupas e livros...” Gabriel Diniz – 8 anos


Há três anos, Léo do Peixe criou o Clube da Leitura. Era uma biblioteca que, naqueles tempos funcionava em sua singela casa e ao lado de sua barraca de peixes.
No início, levar livros para a feira do bairro Santos Dumont aos domingos era apenas uma maneira de distrair os filhos enquanto ele, com sua barraca de peixe, e sua esposa, Analina dos Santos Diniz, 36 anos, na barraca de roupas infantis, ganhavam o sustento da família. Diz Léo do Peixe: "Passava a semana inteira pescando e só tinha o domingo para conviver com meus filhos. Levar os livros para a feira era um jeitinho de tê-los por perto, fazendo algo legal para o futuro deles. Aos poucos, os filhos dos outros feirantes iam chegando e ali se formava a primeira roda de leitura." Além de Gabriel, Léo e Analina têm a pequena Isabela, seis anos, que não desgruda dos livros.
Começou com 100 exemplares, entre livros, revistas e gibis. Hoje, com 11 extensões, aproximadamente 15.000 exemplares e cerca 1.500 leitores cadastrados, seu projeto é referência de incentivo a leitura para todo o país.
No currículo do Clube da Leitura estão participações em eventos importantes da área, tais como: Finalista de prêmios como Viva Leitura 2006, Generosidade 2008, Cem Mais Brasil (Revista Seleções), convidado de eventos como Salão do Livro de BH, Salão do Livro de Ipatinga, Seminário Internacional de Bibliotecas Comunitárias, Bienal Internacional do Livro de São Paulo, além de programas de TV e rádio como a TV Escola Rio de Janeiro 2007, Rádio Câmara 2007 e rádios locais.
Mas... O homem tem o poder de construir sua história diariamente.
E é por isso que hoje estamos todos aqui, poucos diante da importância do projeto ao qual nos propomos, mas, iniciando a caminhada conjunta para construirmos uma cidade melhor para nossos filhos e netos.
A criação deste Instituto, no dia de hoje, visa primeiro homenagear a mãe do pescador, bem como seus irmãos e irmãs e, ao mesmo tempo, ser um veículo de promoção da cultura, da educação, da preservação e conservação do meio ambiente, do ensino e da prática da ética, da cidadania, da paz, dos direitos humanos e democracia e de outros valores universais, para o crescimento da comunidade.